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Panorama da Malacocultura no Brasil

1. Malacocultura Marinha

O mais tradicional e popularmente conhecido tipo de criação de Moluscos no Brasil, praticado preferencialmente em áreas litorâneas naturalmente protegidas (enseadas e baías), nas denominadas "Fazendas Marinhas" (Figs. 1 e 2), sendo as suas atividades integralmente conhecidas sob o termo Maricultura (que ainda incluem criações de peixes, crustáceos e o cultivo de algas).


Fig.1

Fig.2

Fontes brasileiras gerais de imediato interesse na internet:
- EPAGRI – Produção de Moluscos < http://www.epagri.rct-sc.br/epagri/index.jsp >
- EPAGRI - Vieiras < http://www.epagri.rct-sc.br/epagri/editor_noticia.jsp?ntc_id=611 >
- Fazenda Marinha Atlântico Sul < http://www.ostras-gigas.com.br >
- Malacocultura Marinha em SC < http://www.prossiga.br/arranjos/sc-malaco.html >
- MOLUSKUS, Fazenda Marinha < http://www.ostras.com.br >
- Programa Brasileiro Intercâmbio Maricultura < http://web.uvic.ca/bmlp/port-index.html >

No Brasil são conhecidos atualmente um total de 4 itens desenvolvidos neste ramo:


Fig.3

OSTREICULTURA

Criação, em confinamento pelo sistema de "lanternas" (Fig. 3), de ostras nativas de mangue, Crassostrea rhizophorae (Guilding, 1828), e exóticas Japonesas ou do Pacífico, Crassostrea gigas (Tunberg, 1795), com estudos sobre esta última espécie simultaneamente iniciados nos estados da Bahia, Rio de Janeiro e Santa Catarina pelo ano de 1971, sendo definitivamente introduzida para o seu cultivo no Brasil, através do Estado do Rio de Janeiro (Arraial do Cabo), no ano de 1974, e no Estado de Santa Catarina entre 1983 (inicio da prática geral regional da Ostreicultura) e 1987.

 

 

 

 


Fig.4

MITILICULTURA

Criação, em confinamento pelo sistema de "cordas" (Fig. 4), de mexilhões ou mariscos, principalmente da espécie Perna perna (Linnaeus, 1758), espécie hoje objeto de discussão por parte de especialistas sobre a sua possível identidade como "espécie exótica incidentalmente introduzida", adaptada em vida livre no Brasil.

O inicio experimental desta atividade no Brasil inicia na década de 1970, no litoral dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, e sua produção comercial a partir dos anos de 1989-1990, no Estado de Santa Catarina.

 

 

PECTINICULTURA

Termo zootécnico aplicado à criação (fase experimental), em confinamento pelo sistema de "lanternas", como na Ostreicultura (Fig. 5), de Bivalves nativos popularmente conhecidos como "vieiras", pertencentes à espécie Nodipecten (= Lyropecten) nodosus (Linnaeus, 1758) (Fig. 6), iniciada no ano de 1998 no Estado de Santa Catarina.


Fig.5

Fig.6


Fig.7

OCTOPODICULTURA

Termo zootécnico cunhado no Brasil pelo ano de 2004, no Estado de Santa Catarina, correspondente a criação, em sistema confinado de gaiolas submersas (fase experimental), de Cefalópodes nativos pertencentes à família Octopodidae, popularmente conhecidos como "polvos", principalmente a espécie Octopus vulgaris Cuvier, 1797 (Fig. 7).

 

 

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